15 setembro 2011

Um detalhe aqui, outro detalhe ali...

Lidar com trabalhos manuais, no meu ponto de vista, exige determinadas doses de empenho, dedicação e principalmente de certa de habilidade. Esta última adquirimos e ganhamos com o passar do tempo, na maioria das vezes e dependendo claro de cada trabalho.
Eu acredito que como muitas de vocês, já me “aventurei” em diversas áreas desse “mundo craft”: tentei iniciar com biscuit, mas como dizem “não rolou” (rs...), parti então para decoupage em caixinhas de MDF, as quais gostei bastante e obtive sucesso entre as pessoas em volta de mim, mas o fato de mexer com tintas, causava uma sujeira ao final e o cheiro forte era algo que me incomodava bastante.
Dentre outras coisas que tentei fazer, por fim descobri que a minha “verdadeira vocação” era a costura mesmo!
Só que o fato de infelizmente eu não ter a minha avó materna por perto, uma costureira de “mão cheia”, e da minha mãe não querer “chegar nem perto” de uma máquina (talvez por cansaço de ter convivido com isso a vida toda ou por lembranças da minha avó...) as dificuldades foram aparecendo ao longo do meu caminho.
Mas graças a Deus eu fui vencendo essas dificuldades, seja com uma dica de alguma amiga pela internet, seja com uma dica de uma professora de um curso básico de patchwork o qual fiz ou então olhando um vídeo do YouTube (bendito seja quem inventou essa ferramenta e mais ainda quem se prontifica a colocar um vídeo por lá rs...).
Mas tem uma coisa, um “ingrediente” que não se encontra por aí não. E que está dentro de cada pessoa que realmente quer “fazer a diferença”. Digo isso porque o valor do trabalho em si, não está só no resultado final daquela “determinada peça” a qual costurei (isso dizendo no meu caso), mas também nos “detalhes que a cercam”.
Eu como filha de um projetista “extremamente detalhista” herdei do meu pai “algumas manias”. Aqui vem aquele velho ditado de que “pagamos a língua” (rs...) porque o meu pai NUNCA fazia uma coisa com pressa ou então que não tivesse um cuidado enorme com cada “detalhezinho”, fosse ao encapar um livro pra mim ou fosse fazer um logotipo ou detalhamento de um projeto do metrô por exemplo.
E eu sou assim também. Sei que muitas vezes, para acrescentarmos esses detalhes, levamos tempo e dinheiro também. Mas não me arrependo de “cada coisinha” que coloco ao finalizar uma peça.
Trouxe para vocês hoje, alguns exemplos do que estou comentando, nas fotos abaixo. Nessas fotos vocês vão encontrar alguns detalhes das peças que estou produzindo, para presentear “amigas fofas” (como comecei a contar anteriormente aqui). Coisas como, por exemplo: um cartão carinhoso com um detalhe feito com tesoura de picotar; uma miçanga colocada na ponta de um fio de seda, devidamente queimado para não desfiar; um botãozinho colocado bem no centro de um fuxico fofo; uma fita de cetim amarrada e também com suas pontinhas queimadas para não desfiar; uma tag (etiqueta) com o meu logotipo de tulipinha criada por mim a qual é minha marca pessoal; uma etiqueta de tecido também com minha tulipinha e meu nome; um carimbo o qual mandei fazer para colocar em cartões ou saquinhos de papel, deixando a minha “marquinha também” e por fim, um cartão desejando os parabéns para quem quer que tenha adquirido ou recebido um produto by IP Handmade feito sempre com muito carinho por mim!

Um grande beijo
Iara Passerotti - IP Handmade


14 setembro 2011

Ser ou não ser...

Segundo significado na Wikipédia (a enciclopédia livre) a famosa frase "Ser ou não ser, eis a questão" (no original em inglêsTo be or not to be, that's the question) vem da peça A tragédia de Hamlet, príncipe da Dinamarca, de William Shakespeare. Encontra-se no Ato III, Cena I e é muito usada como um fundo filosófico profundo. Sem dúvida alguma, é uma das mais famosas frases da literatura mundial.
Eu lembrei-me dessa frase quando pensei em fazer essa postagem de hoje.
Isso porque é o seguinte...
... Há alguns dias atrás, encontrei uma amiga maravilhosa, que me disse a seguinte frase: “Iara você é como minha mãe, quer abraçar o mundo! Só tome cuidado quem você abraça...
E eu tenho pensado bastante sobre isso.
Desde que me conheço por gente, eu sempre fui uma pessoa que tenta ajudar qualquer pessoa que esteja perto de mim. Seja ela da família ou não.
Quando era pequena (quer dizer, mais nova porque pequena eu sou até hoje rs...) como já contei aqui, eu adorava fazer desenhos nos cadernos das amiguinhas de classe, fazia os desenhos nos cartazes de trabalhos em grupo, ajudava alguém quando tinha alguma dificuldade, etc.
E ao longo dos meus 35 anos, sempre foi assim. Como diz sempre o meu marido, “eu falo demais e faço amizade muito fácil” (rs...). Se estou no metrô, e vejo uma pessoa idosa ou grávida, eu não aguento e levanto para essa pessoa sentar, se vejo uma pessoa cega (como aconteceu semana passada), lá vou eu oferecer ajuda. Se estou numa conversa entre amigas ou família, e alguém menciona que precisa de algo, quando vejo já falei “precisa de ajuda?”.
Só que tem uma coisa, pessoas que são assim, também passam por algumas situações diversas ao longo da vida. E comigo não foi nada diferente.
Eu já escutei algumas vezes ou já presenciei pessoas de dois tipos: aquelas que adoram o meu modo de ser, dizem que sou muito prestativa e que isso é muito bacana, e também conheci pessoas que não curtem ou porque (por incrível que possa parecer) se “irritam com gentileza” (que me perdoe quem concorda com isso, mas isso ainda não entra na minha cabeça...) ou que se sentem de alguma forma “invadidas” quando alguém oferece ajuda.
E mais, percebi que pessoas prestativas devem fazer as coisas de coração não esperando nada em troca, senão a palavra “ajuda” deixa de ter sentido. E eu como ser humano NORMAL e COMUM que sou claro, confesso que antigamente acabava me decepcionando com alguns acontecimentos. Mas até que um dia após uma decepção de amizade, estive na minha primeira e única consulta a uma psicóloga (digo única gente porque respeito e admiro essa profissão, mas naquele momento não era bem o que eu procurava pra mim, então minha terapia foi começar a costurar...) ela me disse a seguinte frase: “Iara você não está com raiva da pessoa, mas sim de você mesma. Isso porque você projetou nessa pessoa alguém que ela não é, mas sim que você gostaria que fosse!”
E então eu revi meus conceitos. Revi e sempre acho que devemos fazer isso ao longo da vida, porque amadurecemos e nos tornamos pessoas melhores.
Depois dessa fase, eu juro (rs...) que TENTEI ser diferente: eu segurava mais a “minha boca” quando alguém demonstrava precisar de ajuda, ou pensava mais antes de dar uma opinião (aqui entra meu marido dizendo: “Iara pare de agir por impulso!”), etc.
Mas hoje eu aprendi a perceber quem gosta e quem curte ser ajudada ou acarinhada.
Eu descobri que devo sim ser mais cautelosa, mas assumo de coração que EU NÃO QUERO SER DIFERENTE! (rs...)
E o negócio é seguinte: Eu já repeti por aqui e não me canso: “UM CARINHO SEMPRE CAI BEM...” E na minha opinião não às vezes ao contrário da música do Caetano que por sinal eu adoro. (rs...)
Gosto SIM e MUITO de dar carinho para TODAS as pessoas que estão dentro do meu coraçãozinho, e quem convive comigo, sabe que ele é uma manteiga derretida! (rs...). E quem está perto de mim ou longe (amigas via internet), me aceitam do modo que sou e isso para convivermos em sociedade é primordial.
Eu AMO todas as pessoas que convivo, cada um de uma maneira diferente claro, mas AMO todas! E agradeço a Deus pro TODAS AS QUE FAZEM PARTE DA MINHA VIDA!
E por falar em carinho e voltando ao “mundo craft” vou encontrar amigas “fofas” (como costumo chamá-las rs...) nessa sexta-feira e não podia ser diferente: arrumei um tempinho no meio da minha “correria de mãe em tempo integral” e estou preparando “mimos fofos” para acarinhar cada uma delas. Abaixo estão as fotos dos “bastidores” dessa produção para vocês acompanharem.
Para quem ainda não me conhece, essa sou eu gente, a Iara Passerotti, e sinceramente: SOU UMA PESSOA MUITO FELIZ POR SER ASSIM!
Obrigada meu Deus por ter a HONRA e o MERECIMENTO de SER FELIZ!


Um grande beijo
Iara Passerotti - IP Handmade


09 setembro 2011

Dois lados unidos por um zíper...

Duas grandes amigas ao telefone celular (essas “modernidades” de hoje em dia são ótimas nessas horas rs...) conversam rapidamente e marcam um encontro de última hora para o dia seguinte...
... no dia seguinte, uma delas está esperando a outra em frente uma loja de celulares, quando um rapaz cego vem em sua direção perdido e sem rumo certo. Ela se dirige a ele e oferece ajuda. O rapaz aceita e então segurando em seu braço, os dois seguem em direção a escada rolante e por fim até a catraca da estação do metrô. Essa amiga agradece a Deus duas vezes: primeiro por ter visão e segundo por ter ajudado o rapaz.
Alguns minutos depois a segunda amiga chega de surpresa, devagarzinho e diz um OI e então as duas se abraçam carinhosamente como sempre e a que estava aguardando diz: “Puxa como você em alta amiga!”.
Detalhe: as duas NUNCA TINHAM SE VISTO PESSOALMENTE... Será?!
Essa história é verídica e aconteceu hoje dia 09/09/2011 comigo Iara Passerotti e com a amiga Márcia Marinho.
A Marcinha é uma amiga a qual conheci no Flickr, de uma forma que hoje ela mesma lembrou: “Iara lembrei! Fiz uma postagem sobre links de como colocar um zíper no Flickr, e mencionei uma dica sua sobre um site que falava sobre isso! E você me agradeceu!
Foi assim que começou a nossa amizade virtual. Unidas por um zíper! (rs...)
E a partir daí começamos a trocar mensagens e e-mails e essa amizade foi crescendo e se tornando cada vez mais natural.
E hoje depois de acredito que mais de um ano de amizade virtual, aconteceu esse encontro real MARAVILHOSO!
A gente se viu, se abraçou e conversou como se tivéssemos dando continuidade a uma conversa no dia anterior!
Foi muito legal!
Agradeço a Deus em primeiro lugar por me proporcionar esse momento tão mágico e tão encantador!
Em agradeço a você querida amiga fofa Marcinha, eu guardarei esse momento para o resto de minha vida, e com certeza, esse “reencontro” foi maravilhoso! Porque não vejo outra explicação para tanta afinidade...
Um grande beijo
Iara Passerotti - IP Handmade


VIDA, um eterno aprendizado com acertos e erros...

Nesse feriado, meu carinhoso cunhado Guga (o qual aparece na foto junto com a molecada na bicicleta rs...), nos convidou para um piquenique no Parque Villa Lobos.
Mas antes de contar como foi esse passeio delicioso em família, gostaria de fazer algumas observações sobre o “convívio com outras pessoas” de nossa família ou não.
A nossa vida é um “eterno aprendizado”, isso claro, se assim encaramos e aceitamos como forma de crescimento pessoal. Eu tenho pensado a cada dia que passa, mais e mais sobre esse ponto de vista. E no meu caso, tem sido muito útil na minha vida!
As pessoas são sempre diferentes, e ainda bem que são! Isso porque vamos observando uma pessoa aqui, outra pessoa ali, e assim vamos tentando nos moldar e nos tornar a cada dia melhor, mais compreensível, mais “tolerante”.
Eu sei que muitas vezes ficamos chateados ou magoados com alguns momentos ou com algumas pessoas, sejam elas da família ou não! Mas é preciso entender ou ao menos “tentar” PERDOAR. Também sei claro, que o perdão é um dos sentimentos mais difíceis de colocar em prática, seria muita “ficção” de minha parte dizer ao contrário. Mas olhem só, procurei o significado e encontrei:
Significado de mágoa:
“Sentimento de tristeza, pesar, desgosto. Ressentimento.”
Uma coisa eu tenho a mais absoluta certeza, uma palavra com um significado desses, se a carregarmos dentro do nosso coração, a nossa vida não vai para frente. E pior, só fará mal para nós mesmos...
Vamos deixar de nossas diferenças um pouco de lado!
Digo isso também pensando em “pessoas bem pequeninas” que vieram para esse mundo para nos ensinar que o bom da vida é BRINCAR E SER FELIZ!
Voltando ao Parque Villa Lobos...
Quando vejo meu filho reencontrando os primos que tanto adora, penso que: ao olhar uma criança brincando, sorrindo e curtindo a vida com uma brincadeira aparentemente tão simples como andar de bicicleta, percebo que o fato de estarmos aqui e vivos, já é um enorme presente de Deus! Agora estarmos aqui vivos, com saúde e com uma vida confortável, realmente é mais sorte do que ganhar na loteria!
Mais uma vez meu “lado mãe craft” aflorou e pensei em preparar com carinho algo diferente para esse passeio.
Entrei numa loja de embalagens no dia anterior e comprei algumas “marmitinhas” descartáveis. Montei os lanchinhos e meu fofinho me ajudou a colocar tudo dentro de cada uma. Ao todo foram dez marmitinhas!
E foi gratificante chegar ao parque e receber com carinho um sorriso não só das crianças como dos adultos também!
Deus nos dá presentes que às vezes não damos tanta importância por não ser algo de “valor financeiro”, mas com certeza têm um valor imensurável: um dia maravilhoso de sol, um sorriso carinhoso e sincero, alimento na nossa mesa todos os dias e principalmente saúde e energia para presenciarmos e vivermos tudo isso ao mesmo tempo...
Tenham uma linda sexta-feira e um dia muito iluminado, mesmo que o sol não esteja aparentemente presente...
Um grande beijo
Iara Passerotti - IP Handmade


Minha Amiga Crafter...

Essa amiga de hoje é sempre muito carinhosa quando passa pela minha galeria do Flickr.
Os trabalhos dela são mais do que perfeitos e encantadores, avaliado como um “verdadeiro patchwork” para quem domina essa técnica.

A MINHA AMIGA CRAFTER de hoje é a...

... Débora do Atelier “Love Patch”.

Aqui estão alguns dos trabalhos dela que eu admiro tanto!



Vocês podem conhecer um pouquinho mais desses lindos trabalhos no site:


Débora, obrigada pelo seu eterno carinho comigo e parabéns pelo seu enorme talento!

Um grande beijo
Iara Passerotti - IP Handmade

06 setembro 2011

Não existe milagre, o que existe é você escolher ou não o caminho certo!


Iara, o que você está tomando para ter emagrecido tanto?!
Em 90% das vezes, essa é com certeza, a primeira pergunta que me fazem quando me encontram pessoalmente ou até virtualmente.
Isso porque no dia 16 de maio desse ano de 2011 tomei uma decisão na minha vida: decidi que eu PRECISAVA CUIDAR DE MIM e principalmente cuidar da MINHA SAÚDE.
Essa decisão foi tomada em frente à televisão, já que aqui em casa estávamos assistindo e acompanhando o quadro do Fantástico, o MEDIDA CERTA, onde eles incentivavam e mostravam para as pessoas a importância de uma alimentação saudável combinada com qualquer atividade física. O choque chegou até mim, quando num dos episódios, eu vi o professor de educação física no caso, mostrando através de objeto parecido com uma “espuma” imitando 2 quilos de gordura, o quanto a repórter havia eliminado. Eu “morri de nojo” e pensei: “Eu simplesmente estou com cinco desses dentro do meu corpo! Que horror!”
Voltando quatorze anos atrás, quando me casei com 21 anos de idade eu pesava por volta dos 50 quilos. Um peso considerado ideal relacionado à minha “pequena estatura”. (rs...)
 Tive minha primeira filha, a Sabrina, e cinco anos depois o meu segundo filho, o Vitor.
Depois do nascimento do Vitinho, fui ao longo desses oito anos, adquirindo mais e mais peso. Sem fazer nenhuma atividade física e comendo com um verdadeiro “pensamento gordo e guloso”, o resultado não podia ser nada diferente do que eu via em frente ao espelho.
E o tempo foi passando, e eu cada vez me sentindo mais gorda, e feia, com a auto-estima lá em baixo dos meus pés. Usava roupas cada vez mais largas, me escondendo dentro de cada uma delas.
De volta nos dias atuais, na segunda-feira após esse “tratamento de choque” do domingo anterior, decidi ir procurar ajuda. Uma amiga e vizinha do meu prédio, a amiga Mara, havia comentado há muito tempo antes disso, sobre um lugar chamado META REAL. Ela havia me dito que era um processo de REEDUCAÇÃO ALIMENTAR onde dependia única e exclusivamente da minha força de vontade.
E lá fui eu...
... A partir desse momento eu decidi que EU TINHA QUE RESOLVER ISSO SOZINHA. Que tinha que PARAR de achar que precisava ter SEMPRE TER ALGUÉM DO MEU LADO para conseguir resolver meus problemas.
Assisti a minha primeira palestra com uma pessoa chamada Rute. Já simpatizei com ela logo de cara! E pensei: “É essa mesmo que eu quero ter como minha nutricionista e como minha mais nova amiga!
E estou aqui para contar para vocês que como a Rute sempre repete sem se cansar que: A PERSISTÊNCIA VENCE A RESISTÊNCIA!
Eu estou quase completando quatro meses desde o início da “reprogramação do meu corpo” e da “minha mente”, porque as duas coisas estão absolutamente ligadas!
Ontem verifiquei que nesse tempo eliminei 10 quilos, e que se depender de mim, não voltam NUNCA MAIS!
A minha auto-estima está “nas alturas”, como nunca imaginei que pudesse estar! E sempre brinco com minha filha: “Sá, agora que sou uma pessoa magra...” (e ela, o Vitinho e o Fabio meu marido, que também me incentivaram muito, dão risadas e ficam felizes junto comigo rs...)
Ainda não cheguei à minha meta, mas falta muito pouco.
Gente, não existe milagre! O que existe, como nos orienta a Rute, é a consciência de que “se você come por um, vai ter peso de um, agora se você como por dois, terá peso de dois”.
Agradeço aqui mais uma vez à Rute por ser uma excelente profissional e excelente pessoa. Sem as suas orientações, essa minha caminhada seria bem mais difícil.
E agradeço a Deus por me dar a inteligência de ter decido pelo melhor caminho: O CAMINHO DA FELICIDADE!!!
Um grande beijo
Iara Passerotti - IP Handmade

05 setembro 2011

A nova geração dessa "molecada"...



(As facilidades que “essa molecada” curti nos dias atuais...)

- Sabrina, você pode, por favor, reinstalar de novo o Facebook para mim no meu Blackberry, porque está travando?
E cinco minutos depois ela me entrega o telefone celular dizendo:
- Mãe não mexa enquanto está baixando...
- Sabrina, você coloca as músicas que você tem no seu i-Pod no meu?
A Sabrina responde:
_ Ok mãe, depois que eu acabar de baixar no meu eu faço no seu...
_ Vitinho, só você consegue dar um jeito nesse telefone sem fio filho!
_ Prontinho mãe, “eba” eu já arrumei!
- Sabrina, vem aqui filha, por favor, e fala para essa “moça americana” qual o preço dessa peça de roupa e onde posso experimentar?
_ Mãe, custa “tanto” e o provador é logo ali...
_ Sabrina filha, vai mais devagar com esse celular! Porque não estou conseguindo te acompanhar filha!
_ Ai mãe! (rs...)

Assim é essa NOVA GERAÇÃO de jovens nos dias atuais, muito distante e muito diferente dos jovens da minha época de infância, na década dos anos 80.
Eu fico “impressionada” com a facilidade que eles têm com toda essa tecnologia, parece que já nascem com um mouse na mão, sabendo que pesquisa fazemos no Google! (rs...) Meu filho já fazia isso mesmo antes de aprender a ler na escola, como pode?! Eu não sei...
Passeando pela internet, encontrei vários textos falando sobre esse assunto, os jovens atuais. E trouxe aqui alguns trechos dos mesmos:
Essa nova geração desenvolve-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Os pais, não querendo repetir o abandono das gerações anteriores, encheram-nos de presentes, atenções e atividades. Eles crescem vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas. Acostumados a conseguirem o que querem, uma de suas características atuais é a utilização de aparelhos de alta tecnologia, como telefones celulares de última geração, os chamados 'smartphones' (telefones inteligentes), para muitas outras finalidades além de apenas fazer e receber ligações. Essa geração cresce em meio a um crescente individualismo e extremada competição.
Vocês com certeza já prestaram atenção no comportamento dos adolescentes desta nova geração. É incrível a facilidade com que eles lidam com o computador, a internet, o celular e os jogos eletrônicos. Eles se adaptam às facilidades numa velocidade incrível. Muitos filhos perguntam aos pais, com naturalidade, como era viver noutros tempos, sem computador, sem internet e sem celular.
É claro que eu gosto e muito, de todas essas “facilidades” que a tecnologia e a modernidade nos oferecem nos dias de hoje. Eu mesma ADORO acessar, seja pelo i-Pod ou pelo celular, e-mails e redes sociais bem como páginas da internet enquanto estou numa fila qualquer por aí ou para “matar” a curiosidade mesmo! (rs...)
Mas apesar disso, eu me preocupo e muito, em passar para meus filhos a importância do “real valor” não só das coisas “materiais”, mas também da vida que temos!
Conto sempre para eles como era a minha vida quando criança. Explico a dificuldade em adquirirmos objetos básicos (roupas, calçados, etc.) que hoje eles ganham com muita facilidade, e que às vezes podem não dar a devida importância e valor para cada um destes.
Tento passar para eles a importância e o valor de palavrinhas mágicas, como um “MUITO OBRIGADO” e um “POR FAVOR”, as quais hoje em dia estão tão esquecidas tanto entre crianças, jovens e adultas. Explico SEMPRE para eles que não há dinheiro no mundo que pague ou compre uma BOA EDUCAÇÃO! Digo a eles, que TODOS somos iguais, não importa a classe social, o cargo exercido ou a cor de pele. E que para sermos respeitados, temos que dar respeito para as pessoas que estão à nossa volta SEMPRE!
E fico muito feliz, quando amigas (os) ou parentes chegam até mim, e dizem: “Parabéns Iara, a Sabrina e o Vitor são crianças maravilhosas e muito bem educadas! É muito gostoso ficar com eles!”.
Quando escuto isso, penso que todo meu esforço e dedicação quase que “exclusiva” a eles (por opção minha e de meu marido) tem dado um resultado muito satisfatório!
Agradeço a Deus pela vida maravilhosa que tenho e pelos filhos mais maravilhosos ainda os quais foram escolhidos para estarem junto comigo!

Um grande beijo
Iara Passerotti - IP Handmade

(O que a “molecada” curtia na minha época rs...)

Mega Artesanal 2017 - CraftShop e Bastidores

Olá pessoal!  A CraftShop esteve na Mega Artesanal 2017! Venham com a gente ver um pedacinho do que aconteceu por lá! Grande bei...